quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Depois eu faço...




Compromissos, obrigações, prazos... muitos de nós tem dificuldade em cumprir prazos, mas algumas pessoas são mestres em deixar tudo para depois. O problema é que este "depois" nunca chega, e cada vez mais tarefas vão se acumulando, gerando mais adiamentos, pois o que era pouco para se "fazer depois", com o passar do tempo vai virando uma bola de afazeres interminados.
Mas o que será que está por trás de tantos adiamentos?
O ser humano tem muita tendência a fazer as coisas que trazem apenas satisfação imediata e, muitos dos nossos afazeres necessários para o bom andamento do trabalho, da casa e até das relações não trazem esta satisfação tão rapidamente, por isto também é tão difícil fazer regime, pois a satisfação (emagrecimento) ocorrerá a médio ou longo prazo, enquanto que ao comer o bolo, a batata frita, a pizza, imediatamente a satisfação ocorre.
A vida é feita de escolhas, logicamente, é muito mais fácil e prazeroso escolher sair, assistir televisão,ficar na internet do que fazer a manutenção da casa, por exemplo.
Adiar tudo aquilo que não nos é tão agradável é natural no ser humano, logo cedo as crianças querem adiar as tarefas de casa, estudar para as provas, então, nem se fala, isto sem contar os milhares de contribuintes que deixam a entrega da declaração de imposto de renda para o último dia, tudo que gera a sensação de compromisso, de tensão, e que nos tira dos momentos prazerosos, facilmente fica para trás.
É preciso aprender a enfrentar as situações, sejam elas desconfortáveis, desagradáveis ou trabalhosas, as pessoas que adiam tudo perdem a chance de sentir a satisfação que a conclusão de uma tarefa pode proporcionar. Adiar funciona como se "livrar" daquilo que não lhe é tão agradável, porém, não está resolvido e em algum momento o que foi "deixado para depois" terá que ser concluído.
O resultado desse "depois eu faço" é uma vida desorganizada,pois cada vez que se adia algo este algo não desaparece, está lá, só foi "encostado de lado", gerando tumultos e uma série de afazeres, o que contribui para que o sujeito sinta menos vontade ainda de realizar tudo aquilo que se acumulou.
Se você se identificou com este texto, tente refletir sobre como você não está enfrentado a vida, está fugindo daquilo que lhe gera desconforto, mas a vida não é só prazer e satisfação, então comece hoje por fazer uma lista das dez coisas mais adiadas por você,faça isto para a vida pessoal, para as tarefas da casa e para o trabalho, elenque por prioridade; coloque um prazo para que cada uma seja concluida;determine-se; seja consciente, assuma que tem dificuldade e não se permita deixar algo inacabado;por último se recompense cada vez que concluir uma tarefa, seja com sua comida predileta, com uma roupa nova ou um passeio, e ao final da conslusão da sua lista presentei-se com algo maior, uma viagem por exemplo.
Mudar é possível, basta começar hoje e não amanhã!

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Estresse e a saúde emocional


Estresse e a saúde emocional

O mundo moderno e competitivo apresenta uma diversidade de estímulos e características que podem colocar o indivíduo em estado de alerta constante e isso pode gerar desconforto, tensão ou mesmo ansiedade, podendo gerar o estresse. Portanto estresse é definido como uma alteração global de nosso organismo para adaptar-se a uma situação nova ou às mudanças de um modo geral.
É comum a pessoa que sofre de estresse comentar: “estou sob pressão” isso significa que o estímulo é persistente e é percebido como algo negativo. Hans Selye, estudou o estresse na década de 30, destaca três tipos de estágios do estresse: 1°- é o estado de alerta, o 2°- é o período da adaptação, é neste momento que as alterações fisiológicas ocorrem, com a intenção de resolver o problema ou se ajustar a ele, mas quando isso não acontece o organismo entra na terceira fase que é o esgotamento, neste as conseqüências são mais nocivas, pois afetam o indivíduo não só de forma física mas também emocional e consequentemente o comportamento social. Os sintomas aparecem em graus diferentes, como: diminuição da concentração, depressão, pessimismo, queda da resistência imunológica, mau-humor, cansaço, irritabilidade, baixa da libido. As doenças psicossomáticas também podem ser desencadeadas ou agravadas, são elas: úlcera gástrica, problemas dermatológicos, queda de cabelo, infertilidade, herpes, etc.
O estresse é pode ser considerado benéfico, pois o indivíduo fica mais atento aos problemas ou dificuldades, se tornando, portanto menos indefeso. Qualquer situação mesmo benéfica para o ser humano pode trazer estresse, como por exemplo, o nascimento de um filho, casamento ou a promoção no trabalho tão esperada.
“As características desse Estresse positivo são: aumento da vitalidade, manutenção do entusiasmo, do otimismo, da disposição física, interesse, etc. Por outro lado, o Estresse patológico e exagerado pode ter conseqüências mais danosas…” ( Ballone GJ, 2005)

Dicas para diminuir o estresse:
  • Identifique as situações que causem tensão.
  • Planeje-se e nunca se sobrecarregue.
  • Seja tolerante consigo mesmo(a) e com os outros.
  • Tenha sistematicamente momentos de lazer e descanso.
  • Quando precisar peça ajuda.
  • Faça exercícios físicos e técnicas de relaxamento.

Dicas


Dicas Para o Controle Emocional

Goleman procura demonstrar que não só a razão influencia nos nossos atos, mas, a emoção também é responsável por nossas respostas e tem grande poder sobre as pessoas.
Algumas habilidades emocionais são consideradas importantes para que uma pessoa alcance seus objetivos seja feliz e alcance sucesso na vida. Dentre elas são citadas o controle do temperamento, adaptabilidade, persistência, amizade, respeito, amabilidade e empatia. Goleman apresenta os seguintes níveis de Inteligência Emocional:
1. Auto-conhecimento emocional – Autoconsciência: conhecimento que o ser humano tem de si próprio, de seus sentimentos ou intuição. Esta competência é fundamental para que o homem tenha confiança em si (autoconfiança) e conheça seus pontos fortes e fracos;
2. Controle emocional – Capacidade de gerenciar os sentimentos: é importante saber lidar com os sentimentos. A pessoa que sabe controlar seus próprios sentimentos se dá bem em qualquer lugar que esteja ou em qualquer ato que realize;
3. Auto-motivação – Ter vontade de realizar, otimismo: Pôr as emoções a serviço de uma meta. A pessoa otimista consegue realizar tudo que planeja pois tem consciência que todos os problemas são contornáveis e resolvíveis;
4. Reconhecer emoções nos outros – Empatia: saber se colocar no lugar do outro. Perceber o outro. Captar o sentimento do outro. A calma é fundamental para que isso aconteça. Os problemas devem ser resolvidos através de conversas claras. As explosões devem ser evitadas para que não prejudique o relacionamento com os outros;
5. Habilidade em relacionamentos inter-pessoais – Aptidão social: a capacidade que a pessoa deve ter para lidar com emoções do grupo. A arte dos relacionamentos deve-se, em grande parte a saber lidar com as emoções do outro. Saber trabalhar em equipe é fundamental no mundo atual.
Os sentimentos mais fortes do homem são a tristeza, a alegria e a raiva. É fundamental saber lidar com eles. As pessoas que sabem controlar suas emoções são aquelas que obtém mais sucesso na vida, em qualquer tipo de medição.
GOLEMAN, Daniel – Inteligência emocional. Rio de Janeiro, Ed. Objetiva, 1996.
Por: Julie Amaral – Psicóloga

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

A experiência artística na clínica


A experiência artística na clínica



O consulente encontra-se à minha frente: seus movimentos – pés, mãos, rosto, tronco - formam uma dança, e mesmo as interrupções que vão ocorrendo fazem parte dessa dança. Talvez não uma dança em sentido tradicional, mas ainda assim, uma dança. De repente, o consulente suspira e olha pela janela – descortina-se à minha frente um quadro, belíssimo e profundo. Ouço aquele momento de silêncio, atravessado por uma leve brisa que balança a cortina e pelo canto ocasional de pássaros, e desse fundo irrompe a voz do consulente, reatando a frase melódica do suspiro – pura música. Há cheiros, que perpassam minhas narinas e meus lábios, condensando-se sobre minha língua e transformando-se em gosto; saboreio e engulo seu perfume. Estou ali, com todos os meus sentidos, fazendo parte da dança, do quadro, da música, da cena. 
Sentidos que se entrelaçam, reversíveis: tateio com os olhos, ouço com o corpo, vejo com os ouvidos. Não se trata de metáfora nem de linguagem poética, mas de uma experiência muito própria (apropriadora, apropriante). Algo se cria em nós – mas como falar em criação se isso que em mim se apropria surge quase como uma passividade? É difícil pensar-se em criação sem cair em armadilhas semânticas, lógicas discursivas nas quais quem cria, cria alguma coisa – e a partir de onde se infere a existência de um sujeito que faz alguma coisa (sujeito, verbo, predicado, objeto, causalidade, passado, futuro, linha temporal etc.). Na experiência acima descrita diluem-se os sujeitos, diluem-se os espaços e as temporalidades. Mais que uma vivência estética, é uma experiência ética. 
Há muito a se discutir em relação à dimensão artística na prática clínica (e não me refiro aqui às diversas formas de arte-terapia). Essa dimensão costuma emperrar ou perder-se quando inserido o conceito (congelante) de “Arte”. O artista não lida com arte, lida com o vazio, e neste campo não há segurança alguma; a cada processo/obra, um novo vazio, uma nova angústia. O artista não aprende a dar forma aos vazios; no máximo, aprende a conviver e a deleitar-se com eles. 

Alberto Andrés Heller*


*Artista e Gestalt-Terapeuta - Instituto Müller-Granzotto. Autor dos livros “Fenomenologia da expressão musical” e “John Cage e a poética do silêncio”. 

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Dentro do cérebro: Uma viagem interativa

Dentro do cérebro: Uma viagem interativa
Ilustrações das imagens de varredura do cérebro






















A Viagem ao Cérebro explica o funcionamento do cérebro e como a doença de Alzheimer o afeta.
Como fazer a viagem: Há 16 slides interativos. Ao visualizar cada slide, passe o mouse sobre qualquer texto colorido para destacar os recursos especiais de cada imagem. Em seguida, clique na seta para avançar ao próximo slide.
INICIAR A VIAGEM

Terapias Expressivas.

A arte é parte integrante de nossas vidas, e todos têm potencial para expressar-se através dela: basta descobrir como. Através do trabalho artístico é possível promover a melhora da autoestima, o autoconhecimento, a melhor integração entre as pessoas, o estímulo à criatividade e à imaginação, a descoberta e realização das potencialidades individuais.
Utiliza-se das possibilidades expressivas e criativas das diversas linguagens artísticas - artes plásticas, teatro, dança, jogos cooperativos, contos de fada, etc. - para atender às necessidades de todos aqueles que buscam uma melhor qualidade de vida, auxiliando no desenvolvimento de mecanismos que permitam às pessoas lidar melhor com as situações desafiadoras do cotidiano, e colaborando na formação de seres humanos mais sensíveis, criativos, conscientes e atuantes.

Atendo as pessoas de todas as idades, individualmente ou em grupo, além de oferecer oficinas e cursos.

Aos idosos


Envelhecer neste lugar pode ser muito diferente do que envelhecer em outra parte...

Envelhecer com a família ou amigos pode ser muito diferente do que envelhecer isolado...

Envelhecer autônomo e independente pode ser muito diferente do que envelhecer entrevado...

Envelhecer com o necessário para viver confortavelmente pode ser muito diferente do que envelhecer pobre e sem recursos para o básico...

Envelhecer lúcido pode ser muito diferente do que envelhecer senil...

Eliana

quarta-feira, 29 de agosto de 2012


O AMANHÃ NÃO NOS PERTENCE

Viver o dia-a-dia é a mais natural e a mais difícil de todas as coisas. Contentar-se do presente, do aqui e do agora exige de nós um grande auto-controle dos sentimentos e emoções.

As coisas que nos fizeram vibrar no passado vibram ainda hoje, mas de maneira menos intensa, com gosto de saudosismo. Passou e ficou de forma leve, como as lembranças das férias ou das primeiras batidas incontroláveis do coração.

As coisas futuras podem nos alegrar (uma felicidade esperada) ou nos fazer sofrer intensamente, antes mesmo que o esperado chegue, se chegar.

Não controlamos o que passou, porque aconteceu e não sabemos voltar atrás e não controlamos o futuro, apesar de tentarmos escolher minuciosamente os bons caminhos.

O ontem faz parte definitivamente das nossas vidas, nossa história e nossas entranhas e não podemos negá-lo, mas o amanhã não nos pertence. Ele é apenas uma possibilidade, um sonho ou um pesadelo, uma nuvem que se aproxima mas que pode, com um sopro do vento, ir em outras direções.

O hoje sim é o que temos de real e nos pertence de todo.

Antecipar alegrias e vitórias faz-nos bem, se mantemos os pés firmes no chão; antecipar perdas e partidas provoca-nos dores inúteis e frequentemente maiores ainda que o que seriam, pois já pela antecipação se multiplicam.

Devemos aprender a acolher o hoje e fazer dele o melhor que podemos, com todos os meios que tivermos. Sermos felizes, fazermos outros felizes, nos bastando de cada segundo oferto como um presente Divino que não se oferecerá uma segunda vez.

(Letícia Thompson )

Fonte: http://www.leticiathompson.net/

domingo, 26 de agosto de 2012


SÍNDROME DE PENSAMENTO ACELERADO

Desde sempre se ouviu falar em hiperactividade, esta é caracterizada por uma ansiedade psicomotora, inquietação e agitação do pensamento articulado à linguagem. A este tipo de Hiperactividade designamos por – Hiperactividade genética.

O que acontece nos nossos dias e está a acontecer muito nas nossas escolas, é que as nossas crianças estão a ser todas catalogadas como hiperactivas. Os meninos(as) não param nas cadeiras, tem défices de atenção, são respondonas e muitas vezes respondem coisas adversas aquilo que lhes é questionado,… entra muitas outras coisas. – A este tipo de hiperactividade, designamos Hiperactividade Funcional.

O que muitos pais e professores desconhecem é que a origem da hiperactividade(Funcional) está relacionada com o, SPA – Síndrome de Pensamento Acelerado*.

A televisão e os jogos de computador, apresentam estímulos alucinantes visuais, cheios de cores e padrões que o nosso cérebro capta em milésimos de segundo em conjunto com os mais diversos estímulos sonoros. Mostram mais de sessenta personagem por hora, com diversas características e personalidades e é com estas personagens (Pessoas destemidas, irreverentes, tristes, alegres, sorridentes, mal criadas, verdadeiros “artistas”), que os nossos filhos vivem e pior do que isso, se identificam e nos comparam. Pelo menos quatro horas por dia, quando não é mais em alguns dos casos. Lamentavelmente, muitos pais já colocam bebés de seis meses e ainda mais pequenos, à frente da caixinha maravilha lá de casa chamada: televisão, ao quatro anos, oferecem PSP`s, NIntendos e outros.

Os resultados são muito mais graves, do que os pais e professores podem pensar.

A maior consequência dos estímulos é contribuir para o desenvolvimento do SPA, as crianças geram compulsão nos seus comportamentos, para tentar aliviar e compensar a falta dos estímulos, assim como um dependente necessita das drogas.

Sintomas:

Fadiga excessiva, sem exercício físico; sono insuficiente; irritabilidade, sofrimento por antecipação, esquecimento, défice de concentração, aversão à rotina e por vezes sintomas psicossomáticos como: dores musculares, taquicardia, gastrite, etc.

* Autor e investigador Dr.º Augusto Curry

Por Ana Regina Figueiró Pires

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

http://site.cfp.org.br/

Parabéns, Psicologia Brasileira pelos 50 anos

O FAZER PSICOLÓGICO



O post de hoje é mais direcionado aos meus colegas de atuação, mas nem por isso menos importante para todos nós em nossas diversas relações cotidianas. 

Ser psicólogo e psicoterapeuta não é tão fácil como muitos podem pensar que seja. A escuta, para que seja realmente uma escuta, deve ser livre de pré-conceitos e julgamentos. 



A Gestalt-terapia tem um cuidado todo especial para que essa escuta aconteça. 

O falar desenfreado de um determinado paciente não o encaixará num rótulo de histeria, aquele paciente que passa sessão atrás de sessão falando de amenidades, artes, música, cultura, não é "um paciente que está fugindo ou se esquivando de algo", o silêncio nem sempre é algo que necessita ser preenchido. Não há regras, não há generalizações. Todos esses comportamentos por parte de nossos clientes, dizem coisas, sim. Dizem do modo de eles funcionarem no mundo, nas relações, dizem de suas necessidades.

Nossa tarefa, enquanto psicólogos, acredito eu, não é colocar um rótulo imediato às ações e comportamentos de nossos pacientes e a partir disso, congelá-los naquela posição de "histéricos", "deprimidos", "arredios", etc. É preciso estarmos atentos e ouvir não somente as palavras, mas o que está sendo dito com o corpo, com os olhos, com a forma com que nosso paciente se relaciona conosco.

Aquele que vem à consulta e passa seu tempo falando de amenidades está escolhendo passar aquele momento assim. Talvez esse seja o único momento do seu dia, da sua semana, em que pode conversar com alguém sobre essas coisas. O paciente que fica uma hora inteira em silêncio talvez não tenha fora do consultório espaço para ouvir seus próprios pensamentos. A demora para que a terapia comece a "deslanchar" talvez traga em si um pedido de "vá com calma comigo, eu preciso sentir aonde estou pisando, preciso confiar em você".

Lembro de certa vez ter ouvido um conto que falava de uma índia da tribo xingú que estava à beira de um rio fazendo vasos de barro. A cada vaso que terminava, seu filho pequeno que estava com ela pegava o vaso e o estilhaçava no chão. Isso aconteceu seguidamente, até que uma observadora perguntou porque a mãe não fazia nada a respeito. E ela respondeu: "se ele precisa quebrar os vasos, eu preciso continuar a fazê-los".

Acredito que muito do fazer do psicólogo seja desempenhar papel muito parecido com a mãe da tribo xingú.


domingo, 19 de agosto de 2012

Links


Psicoterapia Infantil



       A Ludoterapia é a psicoterapia adaptada ao tratamento infantil e tem como objetivo ajudar a criança, através da brincadeira, a expressar melhor seus conflitos e dificuldades, auxiliando-a a buscar soluções para que consiga uma melhor integração e adaptação nos âmbitos familiar, escolar e social, gerando um melhor desenvolvimento emocional e intelectual e mais qualidade de vida. 

    A brincadeira é umas das formas de linguagem infantil e, com ela, a criança tem a oportunidade de expressar, de forma simbólica, as suas angústias, anseios e experiências traumáticas de forma livre de censura e de crítica, o que gera efeito terapêutico. O psicoterapeuta, juntamente com a criança, vai buscando o caminho mais adequado para ela, ajudando-a na elucidação e na elaboração do conflito, respeitando sua personalidade, seus recursos e suas limitações, ou seja, a sua individualidade. Para isso, utiliza técnicas e instrumentos apropriados às crianças, como jogos, leitura, pintura, desenho, teatro e outros recursos lúdicos.


Indicações frequentes
   As queixas mais frequentes são dificuldades escolares, dificuldades de interação social, falta de limites, agressividade, medos, surgimentos de tiques, fobias, bullying, acontecimentos dolorosos, como perda de ente querido, separação dos pais e traumas, dentre outros. Contudo, as queixas também podem envolver questões que vão além do âmbito emocional, apresentado natureza neuropsicológica, psicopatológica ou genética. Alguns exemplos são o Transtorno de Défict de Atenção e Hiperatividade – TDAH –, transtornos de aprendizagem, transtornos da linguagem, transtornos do funcionamento social.